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Câmpus leva para o Sepei protótipo de um braço robótico microcontrolado para lugares insalubres PDF Imprimir E-mail

Foi pensando nas condições de trabalho em lugares com temperaturas extremas que o professor de Informática do Câmpus Gaspar Leonardo Rauta e as alunas dos cursos técnicos integrados Ana Júlia VolpiNayane Dal-Ri trabalharam no projeto “Braço robótico microcontrolado”, que foi financiado com recursos do edital n° 20/2017/Proppi/Dae. O resultado do projeto será apresentado no dia 20 de setembro às 9h na sala 9 do câmpus Florianópolis-continente durante o Seminário de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação do IFSC (Sepei).




O protótipo foi pensado para fazer os mesmos movimentos do ombro, cotovelo e mãos e tem capacidade para agarrar um objeto e deslocá-lo de um lado para outro. “Para o movimento completo do braço, nós precisaríamos de várias fontes e como só temos uma, é preciso fazer um movimento de cada vez. Pretendemos trabalhar para aprimorar o sistema e já começamos a pensar, junto com os alunos do curso superior de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, no desenvolvimento de um aplicativo para a movimentação do braço”, explica o professor.



Antes de começarem a trabalhar na programação do microcontrolador, as alunas Júlia e Nayane precisaram estudar muito. “Durante o primeiro mês de pesquisa, nós precisamos estudar o funcionamento do arduíno e fazer testes com os sensores de temperatura. O que foi fundamental para entender todos os processos. Inclusive esses estudos me ajudaram muito também durante o intercâmbio que eu fiz em Portugal pelo Propicie. Eu trabalhei em um projeto de pesquisa que fazia o mapeamento de rotas turísticas em Porto, o que exigia muito raciocínio lógico”, comenta Ana Júlia.



Tanto Ana Júlia quanto Nayane irão pela primeira vez para o Sepei e a experiência de apresentar a pesquisa que fizeram para alunos e servidores do IFSC de diversas regiões do estado têm as deixado muito entusiasmadas. “Eu sou aluna do técnico integrado em Química e para mim foi algo totalmente novo aprender programação. Eu vejo que participar da pesquisa agregou muito conhecimento. Na apresentação no Sepei, além de apresentar o protótipo, falarei também sobre a importância desses equipamentos para utilização em lugares insalubres”, observa Nayane.


Por Beatrice Gonçalves | Jornalismo IFSC

 

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