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Equipe de Gaspar é destaque na etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica PDF Imprimir E-mail

Duas equipes do curso técnico integrado em Informática do Câmpus Gaspar participaram da etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica, realizada no último dia 19 na Furb em Blumenau. A Akatsuki, formada pelos alunos Elton Cardozo, Cristiano Carmo Júnior e Ivan Montibeller, e a Dinosaulos, formada pelos alunos Ana Júlia Volpi, Paulo Henrique dos Santos, Vitor Starucka e Fábio Felsky. A Dinosaulos foi um dos destaques da competição e ganhou o prêmio de melhor design.


“Nós usamos a estrutura do kit de robô da lego e resolvemos criar um suporte a mais para colocar uma cabeça de dinossauro, como se fosse um fantoche. O nome da equipe surgiu a partir de uma brincadeira em sala de aula sobre dinossauros e quisemos também fazer uma homenagem a um dos professores que nos ajudou neste trabalho que é o Saulo Vargas”, explica a aluna Ana Júlia.


Na etapa estadual, os alunos têm o desafio de montar e programar um robô e fazer com que ele percorra, de forma autônoma, um percurso, desvie de uma série de obstáculos e faça o resgate de uma vítima, que costuma ser representada por uma bola ou uma lata. As equipes do Câmpus estavam treinando para a prova desde março deste ano e mesmo após a etapa estadual querem continuar trabalhando nos robôs. “Todas às quintas-feiras a gente se reúne para trabalhar na montagem dos robôs e na programação. Essa é a segunda vez que eu participo da Olimpíada e nesta edição consegui trabalhar melhor a parte de robótica, que, para nós da Informática, é um assunto novo. Nesta etapa, foram três provas e na primeira o CPU do robô estragou, conseguimos trocá-lo e fomos muito bem na segunda etapa, mas não o suficiente para nos recuperarmos. Agora queremos começar a já nos preparar para a prova de 2018”, avalia Ana Júlia.


Vitor Starucka participou da Olimpíada pela primeira vez e se sentiu motivado a participar no ano que vem. “Tivemos que aprender a programação de robôs, como montá-los e garantir que o peso do acessório que colocamos no robô não afetasse a performance dele. Eu vejo que participar da Olimpíada é uma oportunidade de aprender, inclusive em pensar em outros campos de trabalho.”


Além da Olimpíada Brasileira de Robótica, alunos do curso estão participando da Olimpíada Brasileira de Informática (OBI)."Competições como essas possibilitam que os alunos exercitem características como o trabalho em equipe, o raciocínio lógico e a capacidade de resolver problemas. Características importantes tanto na vida acadêmica quanto profissional", avalia o coordenador do curso técnico em Informática, Leonardo Fernandes.


Por Beatrice Gonçalves / Jornalismo IFSC

 

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